
Fácil, a gente ter mãe...
Fácil, a gente ter mãe,nem se percebe que tem,mas só saber que ela existe,que podemos encontrá-laà hora que desejarmos,que seus olhos sorrirão,cheios de amor e bondade,ao ver a nossa aflição;que a seu lado - ela que é fraca-nos sentiremos tão fortesconfiantes no futuro,o coração tão seguroe o mundo todo tão bom,como se fosse verdade,só isto vale ter mãe,e é uma felicidade.
Fácil a gente ter mãe- quase todo mundo tem -mãe é uma coisa tão bela!Pena é ver que há pela vidaos que só sabem que há mãeporque ouviram falar nela,só a conhecem de nome,às vezes mesmo, nem isto.Mãe é uma simples palavracomo uma nuvem ao vento,um vazio pensamento.
Fácil a gente ter mãe,nem se percebe que temno todo dia a seu ladoquando se tem a certezae se sabe onde ela está,pra dividirmos com elauma alegria, um revés,que basta só querer vê-la.Assim é fácil ter mãe.
Difícil, sim, é perdê-la,é ter que aceitar a idéiade que no lugar de sempreela não se encontra mais.Não adianta abrir a porta;não passeia na varanda,a cadeira está vazia,na cama não tem ninguém.E aquela voz que conforta,que nos dava tanta paz,que era um bem que não tem preço,que era o nosso maior bem;não ouviremos, calou-se,é que ela agora mudou-sepra um lugar sem endereçoonde Deus mora, no Além.
Ah, difícil é perdê-la,nunca mais poder achá-la,nos sentarmos a seu lado,passearmos na varanda,vê-la no quarto ou na sala,que partiu, sem ter mais volta,que pra nós nunca mais vem!
E indefesos e sozinhos,termos que aceitar a sortepor desolados caminhos,inconformados com a morte,todos perdidos também.
Fácil é a gente ter mãe,mãe é assim como uma estrela,estrela-guia que a gentetraz guardada dentro em si.Difícil, sim, é perdê-lacomo uma estrela cadenteque de repente se apaga...
E, oh, meu Deus, eu a perdi.
Fácil, a gente ter mãe,nem se percebe que tem,mas só saber que ela existe,que podemos encontrá-laà hora que desejarmos,que seus olhos sorrirão,cheios de amor e bondade,ao ver a nossa aflição;que a seu lado - ela que é fraca-nos sentiremos tão fortesconfiantes no futuro,o coração tão seguroe o mundo todo tão bom,como se fosse verdade,só isto vale ter mãe,e é uma felicidade.
Fácil a gente ter mãe- quase todo mundo tem -mãe é uma coisa tão bela!Pena é ver que há pela vidaos que só sabem que há mãeporque ouviram falar nela,só a conhecem de nome,às vezes mesmo, nem isto.Mãe é uma simples palavracomo uma nuvem ao vento,um vazio pensamento.
Fácil a gente ter mãe,nem se percebe que temno todo dia a seu ladoquando se tem a certezae se sabe onde ela está,pra dividirmos com elauma alegria, um revés,que basta só querer vê-la.Assim é fácil ter mãe.
Difícil, sim, é perdê-la,é ter que aceitar a idéiade que no lugar de sempreela não se encontra mais.Não adianta abrir a porta;não passeia na varanda,a cadeira está vazia,na cama não tem ninguém.E aquela voz que conforta,que nos dava tanta paz,que era um bem que não tem preço,que era o nosso maior bem;não ouviremos, calou-se,é que ela agora mudou-sepra um lugar sem endereçoonde Deus mora, no Além.
Ah, difícil é perdê-la,nunca mais poder achá-la,nos sentarmos a seu lado,passearmos na varanda,vê-la no quarto ou na sala,que partiu, sem ter mais volta,que pra nós nunca mais vem!
E indefesos e sozinhos,termos que aceitar a sortepor desolados caminhos,inconformados com a morte,todos perdidos também.
Fácil é a gente ter mãe,mãe é assim como uma estrela,estrela-guia que a gentetraz guardada dentro em si.Difícil, sim, é perdê-lacomo uma estrela cadenteque de repente se apaga...
E, oh, meu Deus, eu a perdi.
Marlene O Fortuna (autor desconhecido)
